quinta-feira, junho 05, 2014
terça-feira, junho 03, 2014
AUTÔNOMA SHOW
Olá mulheres profissionais de Pajuçara, tudo de ótimos para vocês nesta terça feira.
Hoje falaremos sobre as 7 dicas para quem trabalha por conta própria.
O crédito é MdeMulher com Conteúdo MÁXIMA.
Nessa oportunidade os especialistas afirma que quem trabalha sem registro em carteira também pode ter uma vida financeira organizada nos fazendo por fim conferir as dicas para ser uma excelente profissional autônoma.
Vejamos os detalhes.
A ideia de trabalhar por conta própria pode ser muito sedutora. Porém não ter salário fixo exige um maior controle sobre as finanças. Se você pretende fazer parte desse grupo, veja algumas dicas e previna-se:
1. Diminua as despesas mensais, tanto as fixas quanto as variáveis. Isso engloba o aluguel, as contas de luz, gás... Assim, se faturar um pouco menos, o valor dos pagamentos não vai pesar no orçamento.
2. Evite fazer dívidas comprando em intermináveis parcelas. "Com a incerteza da sua receita, o pagamento à vista ou a curto prazo são mais adequados", diz o economista Marcelo DAgosto*.
3. Cadastre-se como contribuinte individual do INSS para contar com a aposentadoria pública. "Em caso de dúvida sobre como e quanto contribuir, o ideal é consultar um contador", orienta Marcelo.
4. Separar pelo menos 10% do rendimento mensal para suprir a ausência de FGTS e 13º
5. Mantenha uma reserva financeira num tipo de aplicação conservadora que permita o saque a qualquer momento, como a poupança. Nunca se sabe quando a necessidade irá aparecer!
6. Se tiver empresa, verifique no banco os benefícios de abrir uma conta de pessoa jurídica. "Às vezes é possível negociar vantagens nessa modalidade. Vale pesquisar e comparar", finaliza.
7. Antes de fechar qualquer tipo de acordo profissional, faça um contrato de parceria e assegure que o combinado seja cumprido. No documento, inclua todas as informações que comprovem interesses de ambas as partes. Especifique condições de remuneração e descritivo minucioso das atividades.
*Consultor de valores mobiliários registrado na Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
Abraços para todas as amigas da comunidade e até amanhã.
Pajuçara em Foco
Por
Iris de Queiroz
Projetos Sociais
domingo, junho 01, 2014
BONS HÁBITOS E BOA VIDA!!
Nosso encontro hoje apresenta as 4 dicas para incorporar os bons hábitos e mudar de vida.
A ideia é parar de comer bobagens, treinar mais, levar uma vida leve.
Vocês acham que está difícil pôr em prática tantas promessas?
Então nós agora vamos descobrir como torná-las parte da rotina.
O crédito é das poderosas Rita Trevisan e Suzel Tunes - Edição: MdeMulher com Conteúdo Boa Forma
Vamos para os detalhes.
1. Reduza o stress
Você é do time que buzina a toda hora no trânsito, não tem paciência para ficar em fila, responde de maneira atravessada a quem a contraria? Pois saiba que o stress e a irritabilidade também são hábitos - que, por sua vez, nada mais são do que ações que fazemos de maneira automática, sem pensar.
Por isso, evite reações impensadas. Antes de responder de forma grosseira, pare, pense e respire. Em vez de mandar o e-mail malcriado, guarde e releia no dia seguinte.
2. Aprenda a comer melhor
Regra número um: sente-se à mesa! Não coma diante da televisão ou fazendo outra atividade. Quem come distraidamente mastiga menos os alimentos e exagera na quantidade. E, se ligar a televisão ao pegar o prato é um ato automático, mude a TV de lugar ou faça sua refeição em outro local. O ambiente pode ter um papel decisivo na manutenção do hábito. Programe sua dieta saudável com alimentos de que você realmente goste (ou pelo menos não deteste).
3. Abandone os maus hábitos
Mesmo pequenos vícios, como roer a unha e atacar o chocolate, podem ser difíceis de lidar por estarem associados a fatores emocionais. O segredo é tentar identificar e tratar a origem do problema. Depois, é interessante estabelecer um plano de metas para reduzir o hábito gradualmente. Do contrário, seu organismo sentirá falta da sensação de prazer ou alívio antes proporcionada.
O importante é dar o primeiro passo e se preparar para as possíveis dificuldades, especialmente nos primeiros dias. Para evitar desistir durante o processo, podemos recorrer a estratégias mentais. "É fundamental trocar um pensamento que gera emoção negativa por outro de carga positiva. Em vez de 'nunca vou conseguir', reforce a ideia de que 'posso conseguir se persistir'", ensina Marcelo Quirino, psicólogo pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Também ajuda focar-se no resultado e nos benefícios que virão depois do estabelecimento do novo hábito, tanto para a aparência e a saúde quanto para os relacionamentos e até para o desempenho profissional.
4. Incorpore a malhação ao dia a dia
Pesquisa realizada pelo Instituto Ipsos em 2013 a pedido do Sesc (Serviço Social do Comércio) constatou que o brasileiro - e especialmente a brasileira - precisa se exercitar mais. O índice de sedentarismo atinge a marca de 71% da população do sexo feminino. A principal recomendação dos especialistas para mudar esse quadro é conciliar o exercício físico com o lazer. A atividade física tem que ser divertida para quem pratica e, quanto mais confortável você se sentir com ela, mais rápido a transformará em um hábito. Outra dica: a melhor academia é aquela a que você consegue ir (a que fica perto da sua casa ou do trabalho) e o melhor exercício é o que você gostar de fazer (não adianta se obrigar a treinar musculação se gosta mesmo é de aulas de dança).
sábado, maio 31, 2014
sexta-feira, maio 30, 2014
O MILAGRE DA PET TERAPIA!!
Olá amigos de Pajuçara, saúde e paz para todos nesta linda sexta feira de sucesso.
Vamos falar hoje sobre a chamada “pet terapia”, que segundo o Site Minha Vida Por Nathalie Ayres, pode ajudar no tratamento da depressão, doenças cardíacas e estresse, já que os animais podem ser terapeutas.
Vejamos os detalhes.
Na alegria ou na tristeza, na saúde ou na doença. O juramento dos matrimônios se encaixa muito bem na fidelidade dos animais de estimação. Inclusive, hoje a última parte pode ser levada ao pé da letra: está se tornando cada vez mais comum que os pets colaborem para a recuperação de pacientes dos mais variados casos clínicos. "A Terapia Assistida por Animais (TAA) consiste em tratamentos na área da saúde, onde um animal é co-terapeuta e auxilia o paciente a atingir os objetivos propostos para o tratamento", ensina Laís Milani, psicóloga e membro da diretoria da área de Terapia Assistida por Animais do Instituto Nacional de Ações e Terapias Assistidas por Animais (Inataa).
No Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, a entrada de bichos de estimação é liberada desde o ano de 2009, desde que autorizado pelo médico responsável de cada paciente. "Na verdade sempre existiu essa solicitação, que partia de pacientes e familiares. Como existia demanda e isso até encurta a permanência das pessoas no hospital, de acordo com diversos estudos, criamos esse fluxo e o transformamos em uma rotina, com procedimentos claramente definidos e institucionalizados", explica Rita Grotto, gerente de atendimento ao cliente do hospital.
Muitas instituições e ONGs também trabalham levando esses animais até escolas, hospitais e centros de recuperações, como no Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas e Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia em São Paulo, e na APAE de Nova Iguaçu e na Casa Abrigo Betel, ambas no Rio de Janeiro. E em muitos casos o animal terapeuta não precisa ser disponibilizado por uma organização não governamental, pode ser o próprio bichinho do paciente.
Qual o animal certo para a pet terapia?
Nem todo animal nasceu para ser um terapeuta, por assim dizer. "Ele precisa ser tranquilo, ter uma personalidade que as pessoas possam abraçar, beijar e apertar, sem que ele reaja", explica o adestrador José Luis Doroci, fundador do Projeto Novo Guia. Os animais mais comuns são os cães e os cavalos, que no geral tem um temperamento mais dócil. Mas gatos, jabutis, peixes, coelhos e aves também podem e são usados nesse tipo de projeto. Até mesmo botos, cobras e aranhas, animais bem mais exóticos, são terapeutas. Quando o pet pertence ao dono, um profissional especializado em TAA pode ajudá-lo a fazer a terapia em casa com o bicho de estimação.
Animais que curam
O benefício terapêutico dos bichos já vem sendo observado há algum tempo. "Em 1955, no Brasil, a psiquiatra Nise da Silveira relatou os benefícios desta interação no convívio de seus pacientes esquizofrênicos com cães e gatos adotados pela instituição aonde trabalhava", relembra Cristiane Blanco, também psicóloga do Inataa.
Não há uma recomendação específica de quem pode ser ajudado pela pet terapia. "Qualquer paciente pode ser beneficiado, desde que não haja alguma contraindicação, como por exemplo, medo de animais, alergia ou problemas de respiração, entre outros", observa a psicóloga Fabiana Oliveira, do Instituto para Atividades, Terapias e Educação Assistida por Animais de Campinas (Ateac). Porém, alguns tipos de pacientes e alguns quadros clínicos têm um resultado já atestado. Confira quais são eles.
Estimula crianças
Diversos problemas infantis podem ser melhorados com o convívio com animais. Um exemplo é a melhora do quadro de portadores de autismo. "Elas têm muita dificuldade no contato social e a simples presença de um animal treinado associada a atividades adequadas para eles auxiliam nesse desenvolvimento", relata Paula Lopes, neuropsicóloga da Associação Brasileira de Hippoterapia e Pet Terapia (Abrahipe) e do Centro de Reabilitação Gessy Evaristo de Souza. Estudos mostram que as crianças autistas apresentam diminuição nos comportamentos negativos, como agressividade, alienação, isolamento, entre outros com a presença de cães nas seções, por exemplo.
Hiperativos também encontram benefícios com essa terapia. "O bicho pode deixar a criança mais calma, eu mesmo trabalho com uma que até diminuiu a dose do remédio", conta José Luis Dorici, professor de educação física, adestrador de cães e fundador e coordenador do Projeto Novo Guia, que trabalha com TAA há 13 anos.
Benefícios para os idosos
Os animais são usados principalmente em idosos que apresentam o mal de Alzheimer, mas não existem ainda muitas pesquisas corroborando essa relação. "Observamos, porém, que o contato com o animal proporciona alguns benefícios que podem ajudar na diminuição do impacto emocional desta patologia", descreve a psicóloga Laís Milani, membro da diretoria da área de Inataa. Entre os benefícios estão a melhora do humor, relaxamento e diminuição da agressividade e do estresse, proporcionados pela doença.
O contato é muito benéfico para pessoas mais velhas em geral. José Luis Doroci, fundador do Projeto Novo Guia, de São Carlos, observa isso na prática. "Eles podem estar estressados, revoltados, mas quando você chega com o animal, começam a contar a vida dele, falar de seus problemas e melhoram", explica o educador físico e adestrador. À longo prazo, atividades e terapias com animais podem ajudar em sintomas depressivos, aumentar a socialização de alguns idosos e ate incentivar a adesão a outras terapias.
Tratamento contra o câncer
O tratamento do câncer, principalmente quando envolve radioterapia ou quimioterapia, resulta em muitos efeitos colaterais e desgastes para os pacientes. Nesses casos, há uma grande melhora terapêutica no convívio com animais, com uma série de benefícios. "Dentre eles podemos citar a maior interação com os profissionais envolvidos no tratamento, alívio da dor e desconforto, redução da ansiedade e de sintomas depressivos, diminuição da sensação de solidão ocasionada pelo tratamento, entre outros...", lista Cristiane Blanco, psicóloga do Inatta.
Tratamento de doenças cardíacas
Há uma literatura médica extensa sobre a relação entre animais e o tratamento de doenças cardíacas. Uma pesquisa realizada pela Baker Medical Research Institute comprovou que proprietários de cães e gatos apresentam taxas menores de colesterol e triglicérides que aqueles que não tinham animais. Ambas as taxas favorecem a aterosclerose, formação de placas que entopem as artérias, possibilitando infartos e outros problemas no coração. Além disso, ter um animal de estimação faz com que pacientes com maiores riscos de problemas cardiovasculares, por apresentarem fatores de risco como fumo e excesso de peso, melhoram seus hábitos ao possuírem um animal de estimação.
"Já existe um vínculo formado entre o animal de estimação e seu dono. Há de se pensar na empatia estabelecida entre ambos, o que reforça aspectos psicológicos positivos nesta interação, pois envolve emoções, lembranças", acredita a psicóloga Fabiana Oliveira, do Ateac.
Reduz o estresse
É comprovado que o contato com os animais ajuda a liberar diversos hormônios do bem: endorfinas beta, prolactina e oxitocina. Eles todos atuam regulando as taxas de cortisol, hormônio relacionado ao estado de alerta, o que reduz o estresse. A psicóloga Laís Milani, da Inataa, relembra outros benefícios: "Estudos indicam que a interação homem-animal traz uma sensação de bem-estar e conforto, resultando na diminuição dos níveis de adrenalina, relacionado ao aumento da pressão arterial". Além disso, essa convivência libera outro hormônio, a acetilcolina, que está relacionada ao estado de tranquilidade, diminuição da pressão arterial, frequência cardíaca e respiratória, todos sintomas do estresse.
Melhora o quadro de depressão
É um consenso entre os especialistas que estar com um animal de estimação aumenta a autoestima, senso de valor próprio, o estabelecimento de hábitos positivos e o interesse pelo outro. Tudo isso pode beneficiar pacientes depressivos, que apresentam problemas nessas áreas. "Estudos verificaram um aumento da produção e liberação da serotonina e dopamina, hormônios responsáveis pela sensação de prazer e alegria, após 15 a 20 minutos de interação com o cão", reitera a psicóloga Cristiane Blanco.
Ajuda no tratamento de paralisias
A pet terapia pode ajudar na reabilitação de pacientes de um derrame cerebral, vítimas de acidentes ou portadores de paralisia cerebral, entre outros quadros que envolvem a paralisia. São casos que envolvem muita fisioterapia e também uma queda de autoestima dos pacientes, portanto a interação com os bichos pode ser fundamental para evoluir a parte motora e também atuar no aspecto emocional do paciente. ?As crianças com paralisia cerebral se beneficiam demais, principalmente nos aspectos cognitivos, motores e emocionais?, relata Paula Lopes, neuropsicóloga da Abrahipe. Os cães, por exemplo, podem ser usados durante os exercícios inclusive, o que tira o foco do tratamento para a doença, e o torna uma brincadeira, mesmo para o adulto.
Já que assim é, precisamos tratar muito bem os animais que nos ajudam a cuidar da saúde das pessoas.
Beijão para todos da comunidade e até amanhã.
Pajuçara em Foco
Por
Iris de Queiroz
Projetos Sociais
quinta-feira, maio 29, 2014
A POPULAÇÃO PEDE RESPEITO
ESTE HOSPITAL DE MARACANAÚ QUE RECEBEU O PRÊMIO
DOUTOR PINOTTI -- HOSPITAL AMIGO DA MULHER, DA CÂMARA DOS DEPUTADOS. ALÉM DE
TUDO ISSO TAMBÉM TEM MUITA ÁGUA!
O Vereador Tuca da Farmácia eleito pelo PSL na
coligação Maracanaú Cada Vez Melhor com 696 votos, na manhã de hoje no plenário
da Câmara Municipal de Maracanaú Wilson Camurça, relatou para os presentes
naquela casa que, uma mulher de 18 anos teve por cinco vezes atendimento negado
no Hospital da Mulher e Criança Eneida Soares Pessoa localizado em nossa
cidade. A jovem já se encontrava no décimo mês de gestação segundo o vereador,
e estava por comprometido sua vida e da criança. Sem encontra atendimento no
Hospital da Mulher de Maracanaú, a jovem procurou a cidade de Maranguape onde
de pronto foi atendida.Segundo o vereador a mulher e a criança passam bem!
PODE GRÁVIDA?
Olá meninas lindas de Pajuçara, saúde e paz para todas.
Hoje eu trouxe do BabyCenter Brasil, uma resposta para a questão: Grávida pode frequentar a manicure sem preocupação?
Segundo a equipe do BabyCenter, formada por jornalistas especializados em saúde é o seguinte:
De um modo geral, não há riscos maiores em fazer as unhas durante a gravidez, desde que a frequência não seja exagerada.
Segundo os especialistas, existem poucos indícios de que as substâncias químicas usadas em esmaltes e removedores, como a acetona e o tolueno, possam fazer mal ao feto. Mas muitos médicos recomendam mesmo assim que a exposição a esses produtos seja a mínima possível.
Como em gravidez cautela nunca é demais, tente fazer as unhas em um intervalo maior (a cada 15 dias, por exemplo), e escolha um salão que seja bem ventilado para evitar ficar respirando vapores fortes dos esmaltes e de outros produtos para cabelo usados no local. Certifique-se também de que os alicates e tesourinhas utilizados são devidamente esterilizados ou, melhor ainda, leve então o seu próprio "equipamento".
E aproveite: uma sessão de pedicure pode ser uma mão na roda nos últimos meses da gravidez, quando você mal consegue alcançar as unhas dos pés!
Nas semanas que antecedem o parto dê preferência a esmaltes clarinhos nas mãos, pois eles não atrapalham a medida do oxigênio sanguíneo que é feita pelo dedo no momento do parto (os escuros são retirados pela enfermagem em grande parte dos hospitais).
Beijão no coração de todas as mamães da comunidade e até amanhã.
Pajuçara em Foco
Por
Iris de Queiroz
Projetos Sociais
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