quinta-feira, junho 19, 2014

AMPLIANDO SEU CARISMA!!

 
  
Olá garotas lindas de Pajuçara, bom dia para vocês.

Hoje falaremos dos seis ingredientes de uma pessoa carismática.

O crédito é do portal dos Administradores.

A matéria nos ensina como ampliar o carisma de imagem e poder, a persuasão e habilidade de conversa, aumentando assim o nosso dom de se relacionar.
Vejamos na íntegra.

Os especialistas afirmam que algumas pessoas têm carisma natural. Elas chegam aos lugares e as pessoas as percebem de cara. Elas conseguem inspirar e passar confiança à equipe, parceiros e chefes. As pessoas as escutam.

A escritora de negócios Gwen Moren publicou recentemente um artigo na Fast Company sobre isso. “Todos têm uma definição diferente do que é carisma, mas pode ser interpretado tanto como a qualidade que fazem as pessoas fazerem o que você quer que elas façam, assim como pode ser o que faz as pessoas se perguntarem quem é a pessoa entrando na sala", diz Gwen.

Mas carisma não é um dom secreto que nasce com você. Gwen, então, criou seis áreas chaves para serem trabalhadas e, assim, ajudar no seu magnetismo pessoal.

1 - Poder

Poder não está ligado ao cargo profissional. Poder é, na verdade, uma combinação de confiança, linguagem corporal, expressões faciais e voz.
"Isso é como as pessoas te percebem. Pessoas carismáticas nem sempre são aquelas com vozes doces e risadas boas. Elas possuem foco e são confortáveis consigo mesmas. Sabem como se portar em todas as situações e como usar suas vozes, seja para confortar, seja para liderar", diz Gwen. "Uma dica para isso, é sempre ficar focado no que está fazendo agora durante uma conversa. Ao pensar no que vem depois, você pode se distrair e fazer linguagens corporais ou expressões que demonstrem isso", completa.

2 - Persuasão

"Pessoas com magnetismo pessoal são capazes de atrair outros para sua maneira de pensar, e isso é extremamente importante para possuir carisma, pois nenhuma ideia, não importa o quão brilhante, chega a algum lugar caso não seja tomada por pessoas diferentes. É necessário ter entusiasmo sobre o que você está fazendo ou falando, demonstrando-se digno de confiança e bem informado sobre o assunto", explica Gwen.

3 - Imagem

Segundo Gwen, "são necessários apenas algumas frações de segundo para pessoas formarem opinião sobre você, e, a partir do momento que ela é formada, é difícil mudar". Um recente estudo da Universidade de Glasgow e da Universidade de Princeton descobriu que as pessoas percebem você em menos de um segundo.

"Então, preste atenção em como você se apresenta. Não é necessário andar de terno e gravata a todo instante, mas tenha certeza que como você está vestido e como você se porta reflete quem você é, o ambiente em que você está e aonde você quer chegar", diz a escritora.

4 - Habilidades interpessoais

"Pessoas carismáticas são boas em ouvir e se comunicar com os outros, e isso vai bem além de só falar. É necessário entender e respeitar o espaço e o tempo dos outros. Eles não falam além do necessário com quem não gosta de ouvir muito e eles não se atrasam com quem não tolera atrasos. Ou seja, saber interagir sem deixar as pessoas desconfortáveis", diz Gwen. "Conforto é a palavra chave para esse ponto. As pessoas irão procurar isso em seu olhar quando te encararem e querem ouvir isso no tom da sua voz", completa.

5 - Adaptabilidade

A habilidade de tratar os outros da forma que eles querem ser tratados, não importa como você se sinta sobre isso, é adaptabilidade. Isto é, abraçar diversidade e todas as suas formas, entendendo que cada indivíduo é diferente. Quando o cenário muda, pessoas carismáticas fazem um esforço para entender e ajustar sua forma de se relacionar.

6 - Visão

"Pessoas carismáticas tem um plano ou mensagem sobre o que as entusiasma, e elas são capazes de passar essa visão e paixão para outros. Quais suas ideias? O que te anima? Para ser mais carismático, trabalhe em projetar esta crença e esse compromisso (e como vai beneficiar seu público) em como você fala e se relaciona com os outros", explica Gwen.

Não importa o objetivo, mas seguindo todas essas dicas, será possível influenciar as pessoas a mudar de ideias e tomar ações baseadas em tudo o que você acredita.

Quem gostaria de repensar seus poderes?

Beijão para as amigas da comunidade e até amanhã com muito amor.


Pajuçara em Foco
Por
Iris de Queiroz
Projetos Sociais

terça-feira, junho 17, 2014

FINAL FELIZ!!


Olá amigos de Pajuçara saúde para vocês.

Graças a Deus a aflição acabou e a criança foi encontrada.

Segundo o site Maracanaú Agora, Por Felipe Lima com informações de Tribuna do Ceará, a família prestou depoimento na Delegacia de Combate à Exploração da Criança e do Adolescente (Dececa) ainda na manhã da última segunda-feira (16) sobre o caso da criança.

Vejamos na íntegra.

A bebê de 5 meses que havia desaparecido na noite do último sábado (14), no Conjunto Polar, no bairro Vila Velha,  foi encontrada na noite de domingo (15). As informações iniciais constam que Gabriele Trescelino estava com uma mulher em Maracanaú, na Região Metropolitana de Fortaleza, e foi entregue à família no terminal da Parangaba.

A família prestou depoimento na Delegacia de Combate à Exploração da Criança e do Adolescente (Dececa) ainda na manhã de segunda-feira (16).
Não deixem de denunciar esses desmandos para a polícia.


Pajuçara em Foco
Por
Iris de Queiroz

Projetos Sociais

domingo, junho 15, 2014

MAIS AUTONOMIA E LIBERDADE!!


Olá Pajuçara bom domingo, saúde e paz para todas.

Hoje falaremos sobre o tema de Adrina Araujo – Psicóloga do site Minha Vida, onde se diz que depender demais da opinião dos outros pode reduzir autonomia e liberdade individual.

A especialista defende que aprender a lidar melhor com as opiniões negativas de outras pessoas reduz número de frustrações e traz mais qualidade de vida. Será?

Vejamos na íntegra.

Algumas pessoas são extremamente preocupadas com o que "os outros" vão pensar sobre seus atos. Quem vive assim fica a mercê das ideias e pensamentos externos, sem ser capaz de pensar por si mesmo, avaliar e tomar uma decisão com segurança. É claro que as avaliações de outras pessoas podem servir como ótimos feedbacks e ajudar na estratégia de escolha em várias situações, mas não pode jamais ser a base de tudo. Se dermos a outra pessoa o poder e a condição de escolher o que é melhor para nós, perdemos nesse momento toda e qualquer condição de escolha, liberdade e autonomia.

Quem vive sem saber o que deve fazer, como agir, se portar e pensar, acaba perdendo autonomia, apresenta dificuldade de escolha e perde a liberdade de ação. Quem está atento excessivamente ao que "os outros" vão dizer, acaba muitas vezes por abrir mão de seus próprios sonhos, desejos e vontades. A preocupação exacerbada e até mesmo um comportamento inseguro em relação ao que os outros pensam sobre nós pode gerar grande desconforto e nos privar da nossa liberdade de expressão. Quando isso acontece é preciso rever o que está havendo, é motivo para refletir e mudar.

Ser capaz de sonhar, desejar o que se quer viver, conquistar e realizar é parte do processo de liberdade individual. Estar pronto para pagar o preço das ações e com isso enfrentar as pessoas que podem ser contras ou mesmo não entendem a necessidade desses desejos, se faz necessário. É importante saber negociar, conversar, expor os sentimentos e vontades. O diálogo nem sempre é fácil, porém é libertador. Saber ser assertivo sem ser agressivo é uma arte. Conseguir dialogar sobre o desejo ser precisar se impor de forma violenta é libertador. Quem sabe dizer não e manter-se inteiro é capaz de seguir a vida com tranquilidade de segurança, pois respeita a si e os outros.

Quem se preocupa com o outro e não vê as próprias necessidades acaba sofrendo duas vezes: por não saber se impor e conversar e por não ser capaz de realizar o que deseja.

Para facilitar a conquista e o desfrutar dos sonhos e objetivos é importantes o dialogo claro e aberto com as pessoas a volta. Normalmente, o medo da rejeição, da punição e castigo são mais fortes e que bloqueiam a tomada de decisão.

Para desenvolver atitudes livres, experimentando liberdade de pensamento e ação, sem se importar de forma rigorosa com que as pessoas vão achar ou opinar sob a vida é preciso autoconhecimento para o amadurecimento pessoal. Sessões de psicoterapia, hipnose, coaching e outras técnicas podem ser muito úteis e libertadoras.

Estão aí meninas as dicas da especialista as quais agradeço de todo coração e ao site Minha Vida pelos esclarecimentos.


Pajuçara em Foco

Por

Iris de Queiroz

Projetos Sociais

quarta-feira, junho 11, 2014

SEJA CONFIANTE!!




Oi mulheres lindas de Pajuçara, boa quarta feira para vocês.

Hoje falaremos como ser uma pessoa confiante.

O crédito é de Carolina Garcia - iG São Paulo, que na oportunidade nos afirma que abandonar a posição de vítima e reconhecer as próprias qualidades são os primeiros passos para conquistar autoconfiança.

Afirma ainda a poderosa que acreditar nas próprias habilidades e aceitar que é tão capaz quanto os outros em volta é uma tarefa quase impossível para alguns. No entanto, assumir o controle da vida com o título de pessoa confiante é essencial e traz conquistas que até então seriam inexplicáveis. Não treinar o cérebro para a vitória representa, por exemplo, perder um desafio antes mesmo de enfrentá-lo.

Vejamos os detalhes.

Conquistar a autoconfiança é uma tarefa diária na construção do ser humano, que só terminará no final da vida. O primeiro contato com a insegurança ocorre já nos primeiros anos da infância, ao ouvir um equivocado aconselhamento paterno ou sofrer bullying na escola, por exemplo.
“Sofremos inúmeras interferências nas salas de aula, não somos incentivados com elogios ou motivações. Hoje, a educação ainda é focada no não-acerto, desencorajando o aluno”, explica a coach comportamental e palestrante Fabiana Koch.

Alcançar a vida adulta, portanto, exige uma autonomia e representa um processo de desmistificação do que se acreditava ser importante na infância.

Para Marcos Sousa, palestrante motivacional e diretor de uma consultoria, manter o nível de confiança alto exige uma constante “comunicação interna”, ou seja, exercitar a voz interior.

 “É necessário para entender que você é o seu maior apoiador. O sucesso tem mais a ver com a comunicação interna do que com aquilo que você fala aos outros”, explica. Aparentemente inofensiva e silenciosa, ela pode ser ensurdecedora na cabeça, acredita Sousa.

Vitimização da vida

A linguagem do corpo e certas atitudes ajudam a diagnosticar o inseguro. Postura corporal, quando a pessoa caminha com o corpo muito baixo, e a falta de proatividade no trabalho e na vida pessoal revelam que a pessoa está construindo uma espécie de esconderijo contra a interação social. Ocorre também um processo de vitimização da vida, quando se aposta que algo acontecerá dependendo da “vontade de Deus” e dos que o cercam.

Para Nell Salgado, psicóloga e master coach esportiva, a ausência de confiança em si provoca medo e funciona como uma barreira entre o inseguro e a sociedade.

“Ele tem medo de não ser aceito, de não ser querido e às vezes esconde isso na agressividade. Sentimos intimidados por uma pessoa soberba, mas observando profundamente, enxergamos um ser inseguro”.

Técnica do espelho

Muitos se perguntam como podem abandonar práticas intrínsecas de pessimismo e desencorajamento. Para as profissionais de comportamento, com a decisão de mudar o próprio ponto de vista e cobranças pessoais, abre-se uma janela de oportunidade para a autoconfiança.
“Uma vez que enxergamos as nossas misérias, automaticamente nos tornamos mais tolerantes”, garante Nell.

O equilíbrio ainda é o cenário perfeito até quando a confiança é colocada em debate. Excesso de autoconfiança no indivíduo é perigoso e pode prejudicar as relações interpessoais, dentro ou fora do trabalho.

Souza diz que autossuficiência provoca cegueira diante das próprias limitações e surdez, pois a pessoa não considera outros pontos de vista.

Agora vejamos abaixo algumas dicas dos profissionais para alcançar a confiança:

1º - Conheça as suas habilidades e pontos fracos

O primeiro passo é reconhecer os pontos fortes e negativos da própria personalidade. Acredite: todos têm qualidades que os diferenciam em uma multidão. Caso tenha dificuldade para fazer uma lista, pergunte a três pessoas de confiança o que elas percebem de bom e fraco em você. Esteja preparado para ouvir as críticas.

“Use a lista para dominar suas habilidades e traga ao consciente que está apto a enfrentar os desafios diários”, orienta Nell.

2º - Lembre de momentos em que você foi corajoso no passado

Use esse recurso quando a insegurança bater e você sentir medo de não completar uma lista de tarefas, por exemplo. Traga à memória eventos que o desafiaram, mas terminaram com uma superação. Com isso, você resgata a emoção de conseguir completar algo que considerava impossível. Funciona como uma estimulação, garante a coach Fabiana.

3º - Arrisque-se

Ao conquistar pingos de confiança, proponha um desafio a si mesmo. No trabalho, isso pode representar um novo projeto ou novas metas. Se você tem um bom tempo em casa comece uma receita. Se faltar um ingrediente, em vez de sair correndo para comprá-lo, peça ao vizinho. Começar novas amizades também gera confiança.

4º - Cuide da sua imagem

Ao contrário do muitos pensam, dedicar-se à aparência exterior traz bons resultados e aceitação. Saia com o cabelo solo, perfumada e fique atenta à postura ao sentar. Pesquisas revelaram, segundo a coach Fabiana, que pessoas que usam perfume se sentem mais confiantes no dia a dia. Escolher uma “roupa da sorte” para eventos importantes, como uma entrevista de emprego, pode ser um bom exercício.

5ª - Exercite o “olhar generoso”

Muitos têm a tendência de encarar os fatos com o olhar negativo. Praticar um olhar generoso significa se propor a abandonar tal prática. O primero passo, segundo Nell, é assumir as próprias misérias e desenvolver a tolerância.

“Tudo na vida tem um ponto positivo e negativo. Antes de priorizar um lado, busque conhecer os dois e ter equilíbrio”.

6º - Pratique atividades esportivas

Não é novidade que o esporte proporciona ganhos físicos e mentais. Além disso, ser bom em alguma modalidade reflete em confiança em todas as áreas da vida, defendem os profissionais. Comece por solos, como caminhada, corrida e meditação. Depois, invista em esportes de equipe e conquiste desenvoltura na interação social, com times de vôlei, por exemplo.

“A primeira pessoa que você enfrenta é a si mesmo”, defende Nell que atua como coaching pessoal da campeã de judô Rafaela Silva.

Um beijo carinhoso em todas as amigas da comunidade e até amanhã com muito carinho.

Pajuçara em Foco

Por

Iris de Queiroz


Projetos Sociais

terça-feira, junho 10, 2014

CONTO OU NÃO QUE TENHO FILHOS?


Olá amigas queridas de Pajuçara, terça feira escadalosamente produtiva para vocês.

Hoje nosso assunto vem do iG São Paulo por Erisson Rosati, falando sobre a Paquera e quando contar que temos filhos?

O autor questiona: Falar já no primeiro encontro ou esperar a relação ficar mais íntima? Especialista em relacionamentos dá dicas para enfrentar esse dilema de toda mãe solteira.

Vejamos os detalhes.

Muita gente ainda acha que a maternidade é empecilho na hora de encontrar um novo amor. Para muitas mulheres jovens, o fato de ter um filho dificulta a aproximação com alguns homens e as torna mais exigentes quando a questão é aprofundar uma relação.

A dúvida de como e quando contar sobre a criança assusta, pois nem todos os homens lidam bem com a situação. Além disso, homens e mulheres têm modos diferentes de pensar, bem como perspectivas distintas sobre namoro, casamento e filhos.

No geral, não há uma regra que determine o sucesso ou o fracasso de uma relação com base no fato de um dos dois ter filhos e o outro não. Uma dica útil é tentar identificar o momento de vida pelo qual a pessoa está passando. Se está investindo na carreira ou acabou de mudar de casa e sair de um relacionamento fracassado, o primeiro encontro pode não ser a hora ideal para falar.

“É importante entender que não há um momento perfeito para falar sobre a existência de um filho. O fundamental é ser sincero e natural. Se o assunto surgir, deve ser tratado com transparência” – ensina o psicólogo e especialista em relacionamentos Alexandre Bez.

Foi assim com a administradora de moda Lara Regina (24), mãe de Giulia, de um ano e oito meses, que se separou logo após o nascimento da filha.

“Eu sempre falei que sou mãe logo que conheço o cara, sem rodeios. É natural que ao falar de minha vida, eu fale de minha filha. Ela é parte dela! E se for para rolar algo, prefiro ser verdadeira” – explica ela, que está em um relacionamento firme há quase um ano.

“Eu nunca percebi qualquer tipo de rejeição. Pelo contrário! Quando digo que sou mãe, eles logo querem saber mais”.

Atenções divididas

Um dilema constante na vida de mães que separam e voltam a namorar é sobre como dividir o tempo entre o filho e o namorado. Segundo Alexandre é preciso estabelecer arranjos que permitam flexibilidade para os dois lados.

“Você pode deixar de sair com o namorado aos sábados, mas é importante que compense em seguida, reservando um dia da semana, para um café e quem sabe um cinema”.

Em geral, os homens mais velhos costumam entender melhor essa dinâmica, em que a criança é uma prioridade. Para os mais jovens, que estão em um momento da vida no qual o foco é investir em formação, carreira, aquisição de independência, bens e recursos financeiros, a dinâmica de um relacionamento com uma mulher que é mãe, pode assustar – especialmente os mais inseguros. No entanto, nada impede que homens jovens levem a relação adiante, aponta o psicólogo.


Para resolver o conflito divisão do tempo, uma opção é incluir a criança no passeio do casal. No entanto, a decisão ainda gera controvérsia. Para Lara, a filha ainda é muito pequena para ter contato com outra figura masculina que não o pai (que a visita regularmente). Ela crê que isso poderia causar confusão de sentimentos e evita aproximações.

“Já aconteceu de o próprio cara sugerir levar minha filha junto para um passeio de final de semana, quando eu disse que não poderia vê-lo. Eu neguei na hora.”

Para o psicólogo, a aproximação da criança e do pretendente deve ser cautelosa. Antes de tudo, a mulher deve se perguntar se realmente tem a intenção de dar continuidade àquela relação. Se a resposta for positiva, aí sim pode-se apresentar as duas partes. Tudo para evitar que o filho venha a se apegar a essa presença masculina para, logo depois, sofrer com um eventual rompimento.

“Até os sete anos, a criança está formando a personalidade e é preciso evitar traumas de separação, principalmente nos casos em que o pai é mais ausente. Por isso, a mãe deve ter certeza da continuidade da relação” – explica o especialista. No caso de crianças maiores um possível rompimento se torna mais fácil, pois já existe uma facilidade em conversar com a criança e explicar a situação.

Passado e futuro

Um problema comum enfrentado por quem namora uma mulher com filhos é quando o pai da criança ainda tem sentimentos pela mãe e deseja uma reaproximação. Cria-se aí uma disputa na com a qual nem todos os homens conseguem lidar. Para que isso não ocorra, a mulher precisa ser decidida e pontual na forma de se relacionar com o ex. Deixar o namorado atual a par de todos os acontecimentos e mostrar para ele que não há interesse nenhum dela em reatar o passado.

Outro ponto delicado é a questão de ter ou não mais filhos. Muitas mulheres, após a experiência da maternidade, preferem esperar mais ou não desejam ter outros filhos. É o caso de Lara, que não pensa em casar tão cedo e afirma que só terá novos filhos quando Giulia estiver com mais de 10 anos. Para alguns homens isso pode ser um grande problema. Por isso, é fundamental conversar sobre os objetivos de vida de cada um antes de deixar as coisas ficarem mais sérias. Se o homem deseja ser pai em um futuro próximo e a mulher não quer ter mais filhos, a relação pode se tornar inviável.

“A partir do momento que há o desejo mútuo de uma relação séria, é importante ser 100% sincero desde o princípio, inclusive discutindo o futuro da relação”, diz Bez.

Se houver mesmo o afeto, as partes precisam entrar em um acordo para que nenhuma delas se sinta prejudicada, o que poderia gerar cobranças e rancores futuros. Em geral, em nome da continuidade da relação, o casal acaba formando novos acordos que satisfaçam os dois.

Então estão aí meninas as dicas excelentes de como proceder na hora estrema, que cada qual faça o melhor para si.


Beijão para as amigas da comunidade e até amanhã.

Pajuçara em Foco

Por

Iris de Queiroz

Projetos Sociais

segunda-feira, junho 09, 2014

CUIDANDO DA GASTRITE


Olá queridas amigas de Pajuçara, saúde e paz para vocês nesta linda segunda feira de junho.

Hoje nosso assunto é um presente do site Minha Vida por seu especialista Dr. Roberto Navarro – Nutrologia que nos orienta sobre os cuidados na alimentação das pessoas com gastrite.

Ele nos diz quais as comidas e bebidas que devem ser evitadas e as mudanças necessárias nos hábitos alimentares.

Vamos apreciar com muito carinho

DR ROBERTO NAVARRO
Uma das queixas muito frequentes atualmente nos consultórios médicos é a "dor no estômago", chamada pela classe médica de dor epigástrica ou epigastralgia. A "queimação" no estômago ou azia também acompanha o repertório de queixas que pode indicar algum problema no aparelho digestivo.

A abordagem médica inicial tem como objetivo compreender melhor se os sintomas citados realmente podem ser por problemas estomacais, ou se podem ser por alterações de outros órgãos envolvidos como fígado ou pâncreas, que podem confundir o diagnóstico mais preciso. Uma vez suspeitando-se ser o estômago o órgão desencadeador dos sintomas, exames complementares podem ser solicitados para confirmação diagnóstica, ficando a critério do médico assistente a necessidade ou não dos mesmos.

A gastrite (inflamação da mucosa do estômago) pode ser desencadeada por várias causas, como algumas citadas abaixo:

Colonização por bactéria (Helicobacter pylori).

Uso de medicação por tempo prolongado que agride a mucosa gástrica (anti-inflamatórios, ácido acetilsalicílico)

Aumento da secreção ácida do estômago por estresse (gastrite "nervosa")
Intolerância (individual) a alguns alimentos irritantes da mucosa gástrica.

Dentro dos tratamentos iniciados para o paciente com gastrite, além da medicação específica, há grande importância para a questão alimentar, sendo muitas vezes decisiva na melhora do quadro clínico.

Cuidados ao se alimentar

Primeiramente, é importante evitar dar intervalos muito grandes entre as refeições, pois para alguns pacientes predispostos geneticamente o contato do suco ácido do estômago diretamente com as células da mucosa gástrica pode levar à uma irritação local e desencadear a gastrite. Isto não acontece quando o alimento está no estômago funcionando como uma barreira física entre o ácido clorídrico produzido pelo estômago e sua mucosa. Muitas horas sem se alimentar também pode piorar a azia. O ideal é comer de 3 em 3 horas.

Alguns hábitos devem ser estimulados no paciente com gastrite, como fracionar a alimentação em volumes menores, evitar refeições "pesadas" com muitos alimentos, de fácil mastigação e digestão (refeições mais leves) em temperaturas não muito elevadas, a fim de contribuir para a melhora do quadro clínico.

Alimentos que devem ser evitados

Alimentos mais gordurosos geralmente necessitam de uma digestão mais intensa, exigindo uma produção maior de suco digestivo pelo estômago que, por ser muito ácido, pode piorar o quadro da gastrite, como é o caso das frituras, carnes gordurosas, manteiga, chocolate, queijos gordurosos (amarelos), biscoitos amanteigados, croissants e embutidos como bacon, salame, presunto gordo, salsichas e mortadela. Alguns temperos e condimentos fortes também podem trazer desconforto ao paciente com gastrite, como pimentas, noz-moscada, vinagre, mostarda, cravo-da-índia e páprica, sendo melhor evitá-las principalmente na fase inicial dos tratamentos. 

Alguns pacientes, mas não todos, referem piora da gastrite com algumas frutas mais ácidas como as cítricas: limão, abacaxi, maracujá, laranja, acerola, tangerina e morango. No início dos tratamentos é prudente evitá-las. Alimentos em conserva como o caso dos picles, enlatados, tomates e seus subprodutos como molhos e extratos também são descritos como mal tolerados pelos pacientes, tendo suas ingestas desencorajadas do ponto de vista alimentar.

Cuidados ao ingerir líquidos

As bebidas alcoólicas causam uma irritação direta na mucosa gástrica, além de estimular o aumento da produção do suco ácido do estômago, sendo portanto proibido seu uso nos pacientes com gastrite. O café (que contém cafeína) também é descrito como alimento a ser descontinuado, pelos mesmos motivos anteriormente citados, embora alguns pacientes tolerem pequenas quantidades. 

Beber muito líquido nas refeições pode dificultar o processo adequado da digestão, devido à diluição do suco gástrico, sendo o volume máximo de 200 ml o permitido para não atrapalhar a eficiência digestiva e desencadear a sensação de "estufamento" após a refeição. A cultura popular de tomar leite para diminuir a acidez do estômago deve ser evitada, pois ao diminuir abruptamente essa acidez, o corpo interpretará em seguida como "falta" de acidez no estômago e passará a produzir uma quantidade exagerada de suco gástrico, que é ácido, algum tempo depois da ingesta do leite, voltando o sintoma de "queimação", fenômeno chamado de efeito rebote, piorando mais a ainda os sintomas dispépticos.

Outros cuidados

O tabaco (cigarro) pode estimular a produção de ácido clorídrico pelo estômago elevando demasiadamente a acidez local, podendo contribuir para o aparecimento ou para a piora da gastrite, devendo ser formalmente evitado.

Diminuir o estresse, reservando horários para momentos de lazer e relaxamento, buscar psicoterapia de apoio para casos específicos de transtornos da ansiedade e ajuda de medicação específica (sob prescrição médica) em casos mais extremos são atitudes importantes na busca do tratamento da gastrite "nervosa".

Alimentos aliados contra a gastrite

Quanto aos hábitos alimentares que podem contribuir para a melhora da gastrite ainda é um assunto polêmico na medicina, mas certamente as observações das experiências acumuladas no dia a dia do consultório permitem predizer alguns fatos, como descritos abaixo:

Verduras (cozidas) como couve e espinafre são coadjuvantes no controle da acidez estomacal excessiva, podendo fazer parte das escolhas do dia a dia.
Chás de melissa, erva-cidreira, espinheira santa, erva-doce e camomila podem contribuir como coadjuvantes no alívio dos sintomas, mas jamais substituem os tratamentos medicamentosos.

Por fim, procurar ajuda de médicos e nutricionistas é fundamental para o diagnóstico correto da gastrite e seu tratamento envolvendo também o direcionamento nutricional adequado.

Desde já meu agradecimento ao site Minha Vida que tanto nos orienta e em especial ao Dr. Roberto Navarro – Nutrologia, pelos excelentes esclarecimentos.

Um beijo para as amigas da comunidade, muito obrigada pela atenção e até amanhã.

Pajuçara em Foco

Por

Iris de Queiroz

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